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  • Lançamento ¨Jornal MEMAI¨ e livro ¨Poesia sem pele¨, em Curitiba

    Lançamento ¨Jornal MEMAI¨ e livro ¨Poesia sem pele¨, em Curitiba

    Nem sem­pre um lança­men­to de obra literária pre­cisa beirar ao glam­our ou ain­da, ser em um even­to foca­do em somente Lit­er­atu­ra. Nos moldes mais under­ground, acon­te­ceu no dia 10 de maio o lança­men­to dup­lo do livro Poe­sia sem pele, de Lau Siqueira e do jor­nal MEMAI, de cul­tura, artes e Letras Japone­sas, no Brook­lyn Café, em Curitiba.

    Mes­mo con­tan­do com um número pequeno de pes­soas o even­to foi sufi­ciente para reforçar con­tatos e con­hecer um pouco da pro­dução de escritores que usam a inter­net e algu­mas redes soci­ais como prin­ci­pal meio de divul­gar seus tra­bal­hos e cri­ar amizades. Por exem­p­lo, o poeta gaú­cho Lau Siqueira — que hoje vive na Paraí­ba — con­heceu alguns dos orga­ni­zadores do Jor­nal MEMAI e escritores curitibanos através do site Face­book e assim pôde lançar seu livro por aqui. Situ­ações que são aparente­mente inusi­tadas mas que fun­cionam muito bem para escritores que não cir­cu­lam pelo main­stream editorial.

    O jor­nal MEMAI é uma ini­cia­ti­va muito bacana em divul­gar assun­tos cul­tur­ais nipôni­cos, des­de con­tos e livros a cin­e­ma e fotos. Ele é dis­tribui­do gra­tuita­mente e tam­bém pode ser lido e baix­a­do na ínte­gra no seu site. Esta edição con­ta com várias coisas inter­es­santes como uma apan­hado sobre o ilustrador Osamu Tesu­ka, tem História sobre a tran­sição do perío­do Mei­ji até dicas óti­mas de cin­e­ma japonês.

    Acred­i­to que even­tos assim fun­cionem mais certeira­mente do que even­tos grandes volta­dos à Lit­er­atu­ra. Claro que a pro­lif­er­ação de even­tos tem colab­o­ra­do — e muito — para que leitores e escritores estre­it­em laços, mas os even­tos maiores ain­da colo­cam ambos cada um em seu lugar, sem muito aces­so e facil­i­dade na tro­ca de ideias. E a inter­net — que tem sido trata­da como grande vilã de livros e Lit­er­atu­ra — per­mite que ess­es escritores do pre­sente cir­culem Brasil afo­ra divul­gan­do e venden­do seu tra­bal­ho, crian­do ações inédi­tas, inclu­sive, para os nomes de grande circulação.

    *Foto por Andréa Mot­ta, veja mais algu­mas aqui.

  • Lançamento de ¨Tenho Pena de Você¨, de Alex Hornest e Thais Ueda, em Curitiba

    Lançamento de ¨Tenho Pena de Você¨, de Alex Hornest e Thais Ueda, em Curitiba

    No próx­i­mos dias 25, 26 e 27 de março, Acasa Gale­ria e a Itiban Com­ic Shop irão rece­ber os artis­tas Alex Hornest e Thais Ueda para o lança­men­to do livro Ten­ho Pena de Você.

    O lança­men­to acon­te­cerá na Itiban no dia 25/03, sex­ta, com bate-papo medi­a­do pelo artista Valdec­im­ples (Acasa) e logo depois haverá uma sessão de autógrafos.

    Além do lança­men­to, os artis­tas estarão expon­do na gale­ria Acasa, no sába­do e no domin­go haverá uma ofic­i­na de cri­ação de zines. 

    Lança­men­to do livro Ten­ho Pena de Você
    dia 25/03, 19hs
    Itiban Com­ic Shop
    av. Sil­va Jardim, 845
    (41)3232–5367
    Curiti­ba — Paraná
    entra­da gratuita

    Sobre o livro:

    A pub­li­cação reúne uma seleção de 50 desen­hos assi­na­dos pelos artis­tas Alex Hornest e Thais Ueda, pro­duzi­dos em con­jun­to durante o ano de 2007. A dupla escol­heu o uni­ver­so dos pás­saros como temáti­ca cen­tral das obras. Ani­mal geral­mente asso­ci­a­do à liber­dade, sua escol­ha rep­re­sen­tou, talvez de for­ma incon­sciente, o dese­jo de pro­duzir de uma maneira mais livre, sem regras for­mais. Ora fig­u­ra­tivos, ora real­is­tas, são tra­bal­hos com tin­ta acríli­ca, nan­quim, cola­gens, onde um começa­va, o out­ro inter­v­in­ha e vice-ver­sa. Ao final do tra­bal­ho, o resul­ta­do são pás­saros dos mais vari­a­dos tipos, sex­os e idades em situ­ações human­izadas, exibindo pom­pa, des­dém e iro­nia. O proces­so cria­ti­vo se com­ple­ta com tex­tos sobre cada obra.

    Títu­lo: Ten­ho pena de você
    Autores: Alex Hornest e Thais Ueda
    Pági­nas: 104 (capa dura)
    Papel: Alta Alvura
    Edi­to­ra: Item72 for Collectors
    Ano: 2010
    Tiragem: 1.000 exemplares
    Preço: R$ 60,00

    Sobre os artistas:

    Alex Hornest
    (São Paulo — Brasil — 1972)

    Pin­tor, escul­tor e artista mul­ti­mí­dia que em seu tra­bal­ho abor­da temáti­cas urbanas,
    lúdi­cas e intro­spec­ti­vas ten­tan­do dis­cu­tir a relação entre as cidades e seus habitantes.
    Tra­bal­ha sobre suportes inusi­ta­dos, sem­pre procu­ran­do cap­tar a essên­cia das pessoas
    e o que as move em meio ao caos, a agi­tação e a roti­na de seus dia a dia.

    Inspi­ra­do por tudo o que lhe cer­ca, foca sua pro­dução na inter­ação entre obra e espectador
    onde um existe ape­nas pela existên­cia do outro.

    Site do Alex Hornest

    Thais Ueda
    (São Paulo – Brasil – 1977)

    Seu tra­bal­ho retra­ta mul­heres, por meio das quais procu­ra encon­trar a ver­dadeira natureza instin­ti­va de cada indi­ví­duo. Seu tra­bal­ho não é des­ti­na­do ape­nas ao públi­co fem­i­ni­no, mas a todos que ten­ham o praz­er de bus­car exper­iên­cias que tornem o ato de viv­er em uma con­quista diária.

    Assi­na seu tra­bal­ho de rua como Hana*bi, que em japonês é a junção dos ideogra­mas da flor e do fogo. Traduz-se han­abi como Fogos de Artifí­cios, flo­res de fogo que explo­dem no céu num breve lap­so de tem­po, sim­bolizan­do a beleza da vida e sua transitoriedade.
    Desen­volve tra­bal­ho com obje­tos uti­lizan­do a téc­ni­ca do crochê, através de peças peque­nas e intimis­tas cuja plas­ti­ci­dade e cores situa-se num mis­to de abstração e figurativo.

    Site da Thais Ueda

    Acasa Gale­ria:

    São artis­tas, apre­ci­adores e pesquisadores de artes visuais e suas derivações que acred­i­tam que jun­tos podem val­orizar o tra­bal­ho artís­ti­co de Curiti­ba, sem­pre refletindo as relações de graf­fi­ti e arte. Acasa esta­b­elece algo em prol da cul­tura, através de suas múlti­plas funções, das quais a prin­ci­pal é como exer­cí­cio de espaço expos­i­ti­vo. Desta­ca-se tam­bém como lugar de encon­tro para cri­ações cole­ti­vas, real­iza­ção de diver­sos cur­sos livres e ofic­i­nas — graf­fi­ti, encader­nação, sten­cil, entre out­ras -, debates, palestras, encon­tros entre artis­tas, even­tos, real­iza­ção e lança­men­to de pub­li­cações, catál­o­gos e revis­tas. A prox­im­i­dade dessas ini­cia­ti­vas acon­tece pela pro­pos­ta de sen­si­bi­lizar o públi­co para com o cor­po con­struí­do na cidade.

    Exposição:
    dias 26/03 e 27/03, das 11 às 18hs
    Local: Acasa Galeria
    entra­da gratuita

    Ofic­i­na de Fanzines:
    dia 27/03, das 14 ás 17hs
    Local: Acasa Galeria
    vagas limitadas