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  • UCI Cinemas comemora 300 mil fãs no Facebook

    UCI Cinemas comemora 300 mil fãs no Facebook

    UCI-300-mil-fas-post-3A UCI Cin­e­mas alcançou 300 mil fãs em sua pági­na do Face­book. E para comem­o­rar com todo o país, a rede preparou uma pro­moção espe­cial. Para con­cor­rer a 30 ingres­sos em sessões de qual­quer cin­e­ma da rede, o cam­in­ho é fácil. Bas­ta o cliente respon­der até domin­go a per­gun­ta “Por que você merece assi­s­tir aos mel­hores filmes do mun­do na UCI?”, no post da pro­moção, e com­par­til­har. A respos­ta mais cur­ti­da será a grande ganhadora.

    Sobre a UCI
    Sinôn­i­mo de qual­i­dade e tec­nolo­gia, a UCI (Unit­ed Cin­e­mas Inter­na­tion­al Ltda), há 16 anos no Brasil, pos­sui 17 com­plex­os espal­ha­dos pelas prin­ci­pais cidades do país: Rio de Janeiro, São Paulo, Ribeirão Pre­to, Curiti­ba, Sal­vador, Recife, For­t­aleza e Juiz de Fora, total­izan­do 160 salas. A rede é respon­sáv­el pelo maior cin­e­ma do Brasil, o UCI NYCC, local­iza­do no Rio de Janeiro e respon­sáv­el pelo maior número de públi­co do país des­de sua inau­gu­ração. Em 2012, man­teve sua lid­er­ança atrain­do cer­ca de 1 mil­hão e 900 mil espectadores.

    Serviço:
    UCI Estação
    Rua Sete de Setem­bro, 2775/ loja C‑01
    Rebouças – Curiti­ba – Paraná
    CEP: 80230–010

    UCI Pal­la­di­um
    Av. Pres­i­dente Kennedy, 4121/ Loja 4001
    Portão – Curiti­ba – Paraná
    CEP: 80610–905

  • Crítica: Catfish

    Crítica: Catfish

    crítica catfish

    Cada vez mais, nos­sas vidas estão mais conec­tadas — ou reg­istradas — na inter­net. Você pos­ta um pen­sa­men­to rápi­do no Twit­ter, se comu­ni­ca com seus ami­gos no Face­book, envia suas fotos para o Flickr, … Cat­fish (USA, 2010) é um doc­u­men­tário, dirigi­do por Hen­ry Joost e Ariel Schul­man, que explo­ra jus­ta­mente as relações, cada vez mais, virtuais.

    Nev Shul­man é um fotó­grafo de 24 anos de idade que ao ter uma foto pub­li­ca­da em um jor­nal, con­hece Abby Pierce, uma meni­na de 8 anos que gos­ta de pin­tar. Através do Face­book, ele aca­ba con­hecen­do a irmã mais vel­ha de Abby, Megan Fac­cio, a qual logo cria uma afinidade e a par­tir daí um rela­ciona­men­to vir­tu­al se inicia.

    Não vou falar muito pois Cat­fish é aque­le tipo de filme que o quan­to menos você sabe a respeito do decor­rer da tra­ma, mel­hor. Assim você con­segue expe­ri­en­ciar ao máx­i­mo sem ficar aguardan­do algum acon­tec­i­men­to já pre­vis­to, com as grandes sur­pre­sas já con­heci­das. Tive a mes­ma sen­sação quan­do vi Ricky, out­ro lon­ga muito inter­es­sante, sobre um bebê bem difer­ente do nor­mal, onde qual­quer infor­mação a mais sobre ele estra­ga a surpresa.

    Em A Rede Social, foi pos­sív­el acom­pan­har o surg­i­men­to do Face­book e várias mudanças que esta fer­ra­men­ta pro­por­cio­nou. Já Cat­fish, sim­ples­mente leva você muito mais além do uso dela e da comu­ni­cação á dis­tân­cia em ger­al. Para quem usa redes soci­ais na inter­net é muito difí­cil não haver qual­quer tipo de iden­ti­fi­cação com o filme, pois ele lida com situ­ações que acon­te­cem todos os dias nelas. As várias questões entre o real e o vir­tu­al vivi­das por Nev, reper­cutem dire­ta­mente sobre todos os usuários mais ativos da inter­net. Uma das fras­es dita por ele que real­mente traz o que pen­sar a respeito deste assun­to é: “ela deve ser bem mas­sa, pelo menos no Face­book…”.

    Além dis­so nos faz refle­tir sobre a maneira que lidamos com relações no mun­do vir­tu­al, com as novas pos­si­bil­i­dades e lim­i­tações que exis­tem den­tro delas, sem ser de maneira algu­ma uma lição de moral ou algo educa­ti­vo, mas sim um rela­to muito pes­soal. Aliás, acred­i­to que Cat­fish tam­bém pode­ria ser um óti­mo estí­mu­lo para ini­ciar dis­cussões sobre este assun­to entre jovens, den­tro ou fora das salas de aula.

    Uma das grandes per­gun­tas que fica durante e após ver Cat­fish é se aqui­lo real­mente acon­te­ceu da for­ma que foi exibido. Assim como o ques­tion­a­men­to a respeito da inter­net lev­an­ta­do aci­ma, temos o mes­mo em relação ao próprio filme. Seria ele ficção, real­i­dade, ou até uma mis­tu­ra entre os dois? Dev­i­do ao seu esti­lo bem caseiro, descon­traí­do e pes­soal, é muito fácil esque­cer de que há alguém segu­ran­do uma câmera em algum lugar, pois a sen­sação é de que esta­mos real­mente lá com ele acom­pan­han­do aque­las situações.

    Para quem ficou curioso do porque do títu­lo Cat­fish, no final dele um per­son­agem fala uma curiosi­dade bem inter­es­sante sobre o bagre (cat­fish) que aca­ba expli­can­do o moti­vo da escol­ha. Out­ra coisa inter­es­sante foi a apre­sen­tação, no iní­cio do filme, do logo da Uni­ver­sal, que ficou muito bem fei­ta para poder com­bi­nar com o lon­ga. Ideia pare­ci­da tam­bém foi fei­ta para o lon­ga Scott Pil­grim Con­tra o Mun­do.

    Con­forme a tra­ma de Cat­fish vai se desen­vol­ven­do, uma cer­ta ten­são vai aumen­tan­do, a pon­to de em cer­tos momen­tos ficar tão grande que faz você se retorcer inteira­mente numa mis­tu­ra de curiosi­dade, medo e incon­formi­dade. Con­fes­so que poucos filmes me deixaram tão ten­sos quan­to este. Infe­liz­mente o mes­mo ain­da não foi lança­do ofi­cial­mente aqui no Brasil, mas se por algum meio — há algu­mas ver­sões leg­en­dadas pela inter­net — você tiv­er a opor­tu­nidade assistí-lo, não pense duas vezes.

    Para quem quis­er pesquis­ar mais depois de ter assis­ti­do, o site ofi­cial do doc­u­men­tário Cat­fish é excep­cional. Ele sim­u­la o aces­so ao com­puta­dor de Nev, onde você pode além de aces­sar alguns mate­ri­ais sobre o lon­ga, ver fotos, reg­istro de con­ver­sas via chat e emails dele. Além dis­so há tam­bém uma pas­ta pro­te­gi­da, alguém por aca­so con­seguiu desco­brir qual é a senha?

    Out­ras críti­cas interessantes:

    • Alexan­dre Maki, no seu blog

    Con­segui achar um trail­er leg­en­da­do, mas mes­mo haven­do vários erros de tradução na leg­en­da, para quem não entende inglês con­tin­ua sendo váli­do. Mais abaixo colo­quei o trail­er orig­i­nal sem legendas.

    Trail­er Legendado:

    httpv://www.youtube.com/watch?v=TOQmDxOV4‑0

    Out­ro Trail­er — Sem Legendas:

    httpv://www.youtube.com/watch?v=1xp4M0IjzcQ

  • Crítica: A Rede Social

    Crítica: A Rede Social

    a rede social

    Todos os dias a maio­r­ia de nós aces­sa o email, um site de notí­cias e provavel­mente algu­ma rede social. Você algu­ma vez já parou para pen­sar de onde veio a ideia e qual é a história de alguns dos sites que mais aces­samos no nos­so dia a dia? Em A Rede Social (The Social Net­work, EUA, 2010), dirigi­do por David Finch­er, acom­pan­hamos jus­ta­mente o surg­i­men­to do Face­book, que em 2010 ultra­pas­sou o Google em número de aces­sos nos Esta­dos Unidos.

    Mark Zucker­berg (Jesse Eisen­berg) é um estu­dante de com­putação em Har­vard, que durante uma noite de out­ono de 2003, começa a tra­bal­har em uma nova ideia que iria mudar os hábitos vir­tu­ais não só de quase todos os estu­dantes uni­ver­sitários, mas de muitos dos usuários da inter­net. Seis anos mais tarde, ele se tor­na o mais jovem bil­ionário da história, inclu­sive sendo eleito a pes­soa do ano (2010) pela revista TIME. A Rede Social foi basea­do no livro Bil­ionários por Aca­so (leia o primeiro capí­tu­lo de graça), de Ben Mezrich, lança­do no Brasil pela edi­to­ra Intrínse­ca.

    O filme é nar­ra­do de maneira total­mente não lin­ear, alter­nan­do entre dois proces­sos judi­ci­ais que Mark enfren­tou e o proces­so da con­cepção da ideia do site, até chegar a mais de 1 mil­hão de usuários cadastra­dos nele. Já não bas­tan­do isso para dar um nó na cabeça, A Rede Social pos­sui um rit­mo bem frenéti­co, onde muitas vezes dois ou mais assun­tos são dis­cu­ti­dos ao mes­mo tem­po pelos per­son­agens. A impressão que fica é dele ter sido mon­ta­do como uma nave­g­ação na inter­net, onde você vai abrindo várias janelas ao mes­mo tem­po, alteran­do entre elas sem parar, total­mente mul­ti­task­ing.

    A Rede Social não dá prefer­ên­cia por nen­hu­ma das ver­dades de cada per­son­agem, fican­do a eter­na dúvi­da: Mark roubou ou não a idéia do Face­book? É pos­sív­el iden­ti­ficar tan­to as fal­has do per­son­agem prin­ci­pal como a dos out­ros que o estão proces­san­do. Mas, é real­mente tão rel­e­vante essa questão? Se for­mos anal­is­ar his­tori­ca­mente o mun­do das invenções, esse tipo de prob­le­ma é mais que comum, bas­ta a já frase bati­da “nada se cria, tudo se copia”. Temos tam­bém out­ra famosa, dessa vez de auto­ria de Pablo Picas­so: “Bons artis­tas copi­am, grandes artis­tas roubam”. Aliás, esse tópi­co já foi ampla­mente dis­cu­ti­do no caso da Microsoft e da Apple (leia mais sobre esse assun­to). Além dis­so, a escol­ha de Justin Tim­ber­lake (que está com uma atu­ação muito boa) para jus­ta­mente repressen­tar Sean Park­er, o cri­ador do Napser, um dos grande “inimi­gos” da indús­tria fono­grá­fi­ca, foi uma óti­ma piada.

    Durante todo o lon­ga, são usa­dos muitos ter­mos téc­ni­cos de com­putação e da inter­net, que acred­i­to não serem muito triv­i­ais para quem nun­ca ten­ha estu­da­do sobre eles, isso sem falar em todos os códi­gos e coman­dos que são rap­i­da­mente mostra­dos. Mas, de maneira algu­ma, isto com­pro­m­ete o entendi­men­to em ger­al de A Rede Social. Para quem já estu­dou sobre o assun­to (que é o meu caso), ficará feliz por final­mente ver um filme que pre­zou por mostrar a real­i­dade deste mun­do e não ficou inven­tan­do coisas. Aliás, parece que Hol­ly­wood está final­mente se pre­ocu­pan­do com isto, um caso bem recente é o filme Tron: O Lega­do.

    A Rede Social é um filme insti­gante e ao mes­mo tem­po moti­vador, afi­nal, quem não gostaria de ter uma ideia dessas e ficar mil­ionário tam­bém? Vale a pena o ingres­so para con­hecer um pouco dos back­stages de um dos sites mais aces­sa­dos da atu­al­i­dade. Só um avi­so, o lon­ga não é um doc­u­men­to fiel do que real­mente acon­te­ceu, pois o livro usa­do como refer­ên­cia, foi basea­do prin­ci­pal­mente na ver­são dos fatos por Saverin, o próprio Mark não teve qual­quer con­tribuição nele. Mas mes­mo assim, ain­da con­tin­ua sendo válido.

    Out­ras críti­cas interessantes:

    Trail­er:

    httpv://www.youtube.com/watch?v=cRSTySErIHg